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O Palmeiras se reapresentou na manhã desta segunda-feira (16), na Academia de Futebol, no dia seguinte à vitória por 1 a 0 sobre o Mirassol (com gol de Flaco López), no Allianz Parque, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Os titulares do triunfo fizeram regeneração no centro de recovery e neurociência, enquanto o restante do elenco foi a campo e realizou atividades físicas, de fundamentos específicos e trabalhos técnicos em dimensões reduzidas. Em recuperação avançada, o zagueiro Murilo e o atacante Vitor Roque treinaram com o grupo – o primeiro foi desfalque contra Vasco e Mirassol por uma entorse no joelho esquerdo, ao passo que o segundo foi ausência por um trauma no tornozelo esquerdo. O atacante Paulinho, em processo de recondicionamento físico, cumpriu cronograma no gramado com o Núcleo de Saúde e Performance.

Após a movimentação, o meio-campista Lucas Evangelista, que atuou nas últimas 10 partidas da temporada, falou da importância dos três pontos conquistados sobre o Mirassol no retorno ao Allianz Parque. “Antes de qualquer coisa, o gramado do Alllianz Parque está um tapete, não só a gente, mas o pessoal do Mirassol também elogiou. Foi muito bom ter voltado para casa e sentido um calor ainda maior da nossa torcida. Os três pontos foram muito importantes. Acho que sofremos um pouco no final com o desgaste, mas time que quer ser campeão tem que vencer, jogando bem ou mal. Tenho certeza de que esses pontos farão muita diferença lá na frente”, analisou o atleta, que soma 43 partidas e dois gols pelo Maior Campeão do Brasil.
O camisa 30 vê o elenco qualificado para buscar a vitória também na quarta-feira (18), contra o Botafogo, às 19h, novamente na arena alviverde. “Por mais que estejamos em uma sequência muito grande de jogos, nós temos um elenco recheado e bom e temos de manter o nível sempre alto. É pegar os três pontos de ontem e dar, com ainda mais confiança, sequência na quarta-feira”, disse.
Lucas comentou também sobre a conquista do título paulista, o primeiro de sua carreira profissional. O jogador confidenciou ter se emocionado ao lembrar da mãe, palmeirense, que faleceu em 2023. “Foi muito emocionante. Fiquei me contendo depois do apito final, mas chegou a um ponto que veio a lembrança da minha mãe e comecei a chorar. O Lomba, que virou um irmão para mim, chorou comigo também. O título foi muito gratificante e um símbolo de resiliência e de constância. Ser coroado aos 31 anos com o meu primeiro título em um clube com a grandeza do Palmeiras é uma sensação indescritível. Eu lembrei da minha apresentação aqui, de tudo o que a presidente Leila falou, e o coração acelerou um pouco mais. Fiquei muito emocionado e espero que seja o primeiro de muitos aqui no Palmeiras”, concluiu.

































