Departamento de Comunicação
O Palmeiras se juntou ao Ministério da Saúde para fortalecer a campanha nacional de vacinação contra o sarampo, lançada no último mês de abril e voltada principalmente aos brasileiros que pretendem viajar para acompanhar presencialmente a Copa do Mundo de Seleções da FIFA 2026. A iniciativa reforça a importância da imunização como principal medida de proteção individual e coletiva diante do cenário epidemiológico internacional, marcado por surtos ativos da doença nos Estados Unidos, no México e no Canadá, países que sediarão os jogos a partir de junho. O Brasil é reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como país livre do sarampo, e a manutenção dessa proteção é responsabilidade de todos.
“Cuidar da saúde é um compromisso coletivo. O sarampo é uma doença grave, mas que pode ser prevenida com a vacinação. Precisamos conscientizar as famílias sobre a importância de manter a carteira de vacinação em dia para proteger as nossas crianças e toda a sociedade”, declarou a presidente Leila Pereira.
No sábado (30), das 10h às 14h, haverá um ponto de vacinação no Portão C do Allianz Parque para os torcedores que marcarem presença na partida entre Palmeiras e Corinthians, válida pela terceira fase da Copa do Brasil Feminina – o duelo começa às 11h. Já no domingo (31), antes do confronto com a Chapecoense na casa palestrina, o Maior Campeão do Brasil promoverá ativações especiais no gramado com o Periquito, o Porco Gobbato e o Zé Gotinha, mascote oficial das campanhas de vacinação do Ministério da Saúde.
A iniciativa visa proteger os brasileiros que viajarão para os países-sede da Copa do Mundo, reduzindo o risco de reintrodução do sarampo no país. Embora o Brasil mantenha o status de país livre da circulação do sarampo, a intensificação do fluxo internacional de pessoas nos próximos meses acende o alerta para o risco de importação de casos. A campanha orienta, principalmente, viajantes a verificarem e atualizarem a caderneta de vacinação antes do embarque, seguindo as recomendações do Calendário Nacional de Vacinação. A vacina é a forma mais eficaz de proteção e evita a reintrodução do vírus no país. Os torcedores que ficarem no Brasil também devem verificar a sua proteção.
“Não podemos deixar o sarampo voltar a circular no país. Por isso, é muito importante se vacinar antes de ir para a Copa. Essa é uma forma de proteger a si, a sua família e o país todo”, afirmou o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
O cenário é de crescimento expressivo de casos nos países que sediarão o Mundial – Estados Unidos, Canadá e México respondem por 67% dos casos de sarampo nas Américas. Em 2025, os EUA registraram 2.144 casos e a transmissão continua ativa com mais 1.792 neste ano. O Canadá enfrentou aumento nos casos, com 5.062 registros em 2025, o que levou o país a perder o status de livre da doença. Em 2026, já são 907 casos. O México vive uma situação semelhante: após registrar apenas sete casos em 2024, o país teve uma escalada expressiva para 6.152 casos em 2025 e já soma 10.002 registros em 2026.
Esta ação faz parte do programa Por Um Futuro Mais Verde, que busca consolidar o Palmeiras como uma organização responsável e geradora de impacto positivo para a indústria do futebol e toda a sociedade. O projeto de responsabilidade institucional conta com pilares econômico, social e ambiental. Clique aqui e conheça o programa!
Saiba mais sobre o sarampo
O sarampo é uma doença infecciosa viral, altamente transmissível, que se espalha pelo ar ao tossir, falar ou respirar. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus para várias outras antes mesmo de saber que está doente. Os principais sintomas, que costumam aparecer entre 7 e 14 dias após o contato com o vírus, são: febre alta, tosse persistente, coriza, conjuntivite (olhos vermelhos) e manchas vermelhas pelo corpo (que começam no rosto e se espalham). Ao perceber esses sinais, evite contato com outras pessoas e procure uma Unidade de Saúde.
O Brasil oferece a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) gratuitamente pelo SUS para crianças, adolescentes e adultos, independentemente se tem viagem marcada. Crianças de 6 a 11 meses devem receber a chamada “dose zero”, pessoas de 12 meses a 29 anos precisam de duas doses e adultos de 30 a 59 anos devem receber uma dose.
Se você não lembra se tomou a vacina ou não tem comprovante, a orientação é simples: vacine-se. A vacina é segura, gratuita e está disponível nas Unidades de Saúde. Estar com o esquema vacinal completo protege você e ajuda a proteger toda a população.
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