Este foi o quarto troféu colocado em disputa entre Palestra Italia e Vasco em menos de quatro anos de existência do clássico. Depois da Taça Vernith Standard em 1924 e da Taça Palestra Italia em 1925, ambas vencidas pelos paulistas, e da Taça King em 1927, vencida pelos cariocas, a tradição se manteve em 1928.
No dia 8 de janeiro daquele ano, três semanas depois de terem visitado o Vasco no Rio de Janeiro, os palestrinos receberam o Gigante da Colina para a disputa de mais uma Taça Palestra Italia. No entanto, a partida terminou em 1 a 1 (gol de Heitor) e, com o empate, a definição de quem levaria o troféu para casa ficou para quando houvesse uma nova partida entre os rivais no Parque Antarctica.
O reencontro só ocorreu em setembro de 1933. Antes disso, naquela mesma temporada, as equipes haviam duelado em um amistoso em maio, na Chácara da Floresta, em São Paulo, e no primeiro turno do Torneio Rio-São Paulo, em junho, no Rio de Janeiro. Foi, portanto, pelo segundo turno da competição interestadual que eles voltaram a atuar no Parque Antarctica e, com isso, a Taça Palestra Italia foi recolocada em jogo.
O Verdão, que viria a ser o campeão daquele Rio-São Paulo e que emendou três títulos paulistas entre 1932 e 1934, fez valer a sua força e faturou o troféu ao vencer por 2 a 1.
Palestra Italia 2×1 Vasco da Gama
Data: 17/09/1933
Local: Parque Antarctica, em São Paulo (SP)
Árbitro: Oswaldo Kroolf de Carvalho
Gols: Tunga e Luiz Imparato
Palestra Italia: Nascimento; Carnera e Junqueira; Tunga, Dula e Tuffy; Paulo, Gabardo, Fogueira, Lara e Luiz Imparato. Técnico: Humberto Cabelli.