Troféu Clássico da Saudade

Troféu Clássico da Saudade

Desde a edição de 2024 do Campeonato Paulista, a Federação Paulista de Futebol e a Sicredi, principal patrocinadora da competição, passaram a entregar troféus aos vencedores de cada clássico da fase de grupos envolvendo os quatro clubes grandes do estado. O Palmeiras conquistou o Troféu Clássico da Saudade naquele ano, ao bater o Santos por 2 a 1, no Allianz Parque, pela terceira rodada (gols de Raphael Veiga e Flaco López), e em 2025, ao vencer o Alvinegro também por 2 a 1, na Vila Belmiro, novamente pela terceira rodada (gols de Thalys e Richard Ríos).

A partida de 2024 foi a de número 350 entre os rivais. Na ocasião, o Verdão abriu uma vantagem de 44 vitórias no confronto (151 a 107, além de 92 empates) e também completou 50 vitórias em 70 jogos de Campeonato Paulista disputados no Allianz Parque. Com o gol, Veiga chegou a 15 bolas na rede em clássicos e ampliou a liderança como maior artilheiro do Palmeiras contra Santos, São Paulo e Corinthians no século XXI. Já o goleiro Weverton atingiu 100 vitórias atuando no Allianz Parque e entrou para o Top 10 dos maiores vencedores da história da casa palmeirense considerando desde os tempos de Parque Antarctica.

Em 2025, o troféu veio com um triunfo de virada (o 24º da era Abel Ferreira no Palmeiras), tendo o gol da vitória sido anotado nos acréscimos. Aquela foi a partida de número 200 do Palmeiras na cidade de Santos (SP), a terceira onde o clube mais atuou na história, só atrás de São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ), e o resultado elevou para 42 jogos a invencibilidade do clube na fase de grupos do Paulistão (30 vitórias e 12 empates).

A terceira taça foi conquistada na Arena Crefisa Barueri, em Barueri (SP), quando o Verdão venceu o rival por 1 a 0, com gol de Allan.  O jogo marcou a 100ª vitória palestrina sobre o Santos pelo Campeonato Paulista – no ocasião, eram 100 triunfos alviverdes e 55 alvinegros, além de 45 empates.

O Clássico da Saudade recebe este nome em referência aos duelos recheados de craques que Palmeiras e Santos protagonizaram, sobretudo, entre o final da década de 1950 e o fim da década de 1970. Era a época do Santos de Pelé e do Palmeiras da Academia de Futebol, os dois maiores representantes do futebol-arte no país.

Palmeiras 2×1 Santos

Data: 28/01/2024
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Árbitro: Raphael Claus
Gols: Raphael Veiga e López

Palmeiras: Weverton; Mayke (Marcos Rocha, 20’/2ºT), Luan, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Zé Rafael (Aníbal Moreno, 30’/2ºT), Richard Ríos (Fabinho, 39’/2ºT) e Raphael Veiga (Gabriel Menino, 39’/2ºT); Rony e López (Jhon Jhon, 20’/2ºT). Técnico: Abel Ferreira.

Santos: João Paulo; Aderlan, Gil, Joaquim e Kevyson (Felipe Jonatan, 43’/2ºT); João Schmidt, Diego Pituca, Juan Cazares, Tomás Rincón (Giuliano, ‘/2ºT – Rómulo Otero, 12’/2ºT) e Pedrinho (Guilherme, 1’/2ºT); Willian (Júlio Furch, 34’/2ºT). Técnico: Marcelo Fernandes.

Palmeiras 2×1 Santos

Data: 23/01/2025
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Gols: Thalys e Richard Ríos

Palmeiras: Weverton, Agustín Giay (Marcos Rocha, no intervalo), Murilo, Naves, Vanderlan, Fabinho (Atuesta, 31’2T), Felipe Anderson (Rômulo, no intervalo), Mauricio (Allan, 38’2T), Richard Ríos, Estêvão, Thalys (Luighi, 31’2T). Técnico: Abel Ferreira.

Santos: Gabriel Brazão, Leonardo Godoy, Zé Ivaldo, João Basso (Luan Peres, 24’/2ºT), Gonzalo Escobar, João Schmidt (Hayner, 25’/2ºT), Diego Pituca, Thaciano (Lucas Braga, 18’/1ºT – Tomás Rincón, 9’/2ºT), Luca Meirelles (Wendel, Intervalo), Guilherme, Soteldo. Técnico: Pedro Caixinha.

Palmeiras 1×0 Santos

Data: 14/01/2026
Local: Arena Crefisa Barueri, em Barueri (SP)
Árbitro: João Vitor Gobi
Gol: Allan

Palmeiras: Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Emiliano Martínez (Luis Pacheco, 13’/2ºT), Andreas Pereira (Larson, 15’/1ºT) e Raphael Veiga (Vitor Roque, 13’/2ºT); Allan (Erick Belé, 31’/2ºT), Flaco López e Riquelme Fillipi (Luighi, 31’/2ºT). Técnico: Abel Ferreira.

Santos: Gabriel Brazão; Igor Vinicius, Adonis Frias, Zé Ivaldo e Escobar (Vinicius Lira, 42’/2ºT); Willian Arão (Zé Rafael, 17’/2ºT), João Schmidt e Rollheiser (Miguelito, 17’/2ºT); Barreal, Thaciano (Robinho Júnior, 36’/2ºT) e Lautaro Díaz (Gabigol, 17’/2ºT). Técnico: Juan Pablo Vojvoda.

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