Campeonato Paulista – 1972

Campeonato Paulista – 1972

A renovação de atletas mais experientes por jovens promessas não mudou o estilo de jogo cadenciado e ofensivo da Academia de Futebol do Palmeiras, mantendo a qualidade e o protagonismo da equipe mesmo durante a transição de gerações. Entre este título estadual e o de 1966, a troca foi grande – Valdir de Moraes deu lugar a Émerson Leão no gol, Djalma Santos e Ferrari deixaram as laterais para as entradas de Eurico e Zeca, enquanto, no ataque, Julinho Botelho, Servílio, Ademar Pantera e Rinaldo passaram o posto para Edu Bala, Leivinha, César Maluco e Nei.

Junto com as equipes da capital, as melhores agremiações de Araraquara, Campinas, Piracicaba, Santos, São José do Rio Preto e Sorocaba disputaram o Paulistão de 1972 em pontos corridos, turno e returno. Após 21 rodadas, mais de trinta gols marcados e apenas oito sofridos, o Verdão chegou invicto ao último confronto do certame, precisando de um empate para garantir o troféu.

O adversário foi justamente o São Paulo, vice-líder, em um Pacaembu lotado. Com um time superior, o Alviverde dominou a primeira etapa, com direito a bola tirada em cima da linha pela zaga são-paulina, e grandes chances de Leivinha e César Maluco arrematadas para fora. No segundo tempo, Ademir da Guia esbanjou dribles e passes, enquanto no setor defensivo Luís Pereira e Alfredo Mostarda seguraram Toninho Guerreiro, artilheiro do torneio. O Palmeiras conquistou seu 16º título paulista e, pela sexta vez, sobre o rival do Morumbi.

Campanha:
Jogos: 22 (15 vitórias e 7 empates)
Gols marcados: 33
Gols sofridos: 8

Jogo decisivo:
Palmeiras 0x0 São Paulo
Campeonato Paulista de 1972 (22ª rodada)
03/09/1972
Estádio do Pacaembu. São Paulo-SP
Público: 41.974
Árbitro: Oscar Scolfaro (SP)
Palmeiras: Leão; Eurico, Luís Pereira, Alfredo Mostarda e Zeca; Dudu (Madurga) e Ademir da Guia; Edu Bala (Fedato), Leivinha, César Maluco e Nei. Técnico: Oswaldo Brandão.
São Paulo: Sérgio; Pablo Forlán, Samuel, Arlindo e Gilberto; Edson e Pedro Rocha; Paulo, Terto, Toninho Guerreiro (Zé Carlos) e Paraná (Wilson). Técnico: Alfredo Ramos.

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