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O Palmeiras treinou na manhã desta quinta-feira (13), na Academia de Futebol, e deu sequência à preparação para o clássico contra o Santos, às 21h deste sábado (15), na Vila Belmiro, em jogo atrasado da 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Abel Ferreira comandou um trabalho tático seguido de atividades técnicas específicas para os setores ofensivo e defensivo.
Em recuperação de uma fissura na mão direita, o goleiro Weverton avançou em seu cronograma individualizado e realizou alguns trabalhos em separado com bola. O atacante Paulinho e o meio-campista Lucas Evangelista, que se recuperam de cirurgias na perna e coxa direita, respectivamente, seguiram tratamento na parte interna da Academia.
Sem os sete jogadores convocados por seleções nesta Data FIFA, mais uma vez o treino teve a participação de Crias da Academia que integram o grupo de apoio. Relacionado nas últimas três partidas (contra Juventude, Santos e Mirassol), o meio-campista Larson vive a expectativa da estreia com a camisa alviverde.
“Estou muito feliz com a oportunidade de estar aqui no Profissional. Esperava sempre por esse momento. Fiz uma campanha boa no Sub-20 e agora estou integrado ao grupo. Estou muito feliz, eu e minha família, a gente sempre sonhou com isso. Estar aqui agora vivenciando com esses jogadores sempre foi um sonho. É uma felicidade imensa poder ir para jogos e vivenciar experiências diferentes. Estou tentando aproveitar ao máximo. A oportunidade de jogar ainda não chegou de fato, mas eu estou muito tranquilo quanto a isso. Estou trabalhando todos os dias para que, quando a oportunidade aparecer, eu esteja pronto”, disse o jogador.

Aos 20 anos, o jovem chegou ao Palmeiras no início desta temporada emprestado pelo Goiás. Campeão do Brasileiro Sub-20 pelo Verdão, disputou 32 jogos e marcou três gols na categoria. Ele espera manter a tradição das Crias da Academia no Profissional nos últimos anos – desde 2020, um total de 49 atletas formados na base atuaram pelo time profissional.
“A gente sabe a importância do que vários jogadores que subiram da base fizeram para deixar esse legado. Quando eu cheguei, eu sabia que era um peso estar aqui e que eu tinha que corresponder às expectativas. Mas eu soube lidar muito bem com isso e caiu muito bem a camisa em mim. Eu procurei sempre dar seguimento àquilo que todos fizeram na base. Uns foram para o Profissional, outros não, mas isso é consequência. Enfim, sempre procurei dar seguimento e me espelhar naqueles que conseguiram fazer esse caminho no Profissional. Acredito que estou conseguindo fazer isso aqui e, pouco a pouco, treino a treino, jogo a jogo, vou conseguindo isso cada vez mais”, afirmou.
Segundo Larson, o meia Raphael Veiga o ajudou na adaptação. “O Veiga é um cara que às vezes chega a dar um toque, fala uma coisa e outra ali. Eu gosto muito dele também, é um cara em quem eu me espelho muito, não só dentro de campo como fora também. Então, eu procuro escutar todos que têm uma mensagem positiva para falar. Eu procuro sempre ouvir e pôr em prática aquilo que eles passam, porque são jogadores que já vivenciaram grandes coisas e ganharam muitos títulos. Eu sempre procuro ouvir”, finalizou.






























